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DIÁRIO DO MOTOCICLISMO

Nelson Lima

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Ana wrote:
Boca aberta és um amigo fixe
Jan. 5


BOAS FESTAS!!

Jan. 5
Photo 1 of 39
March, 2008

RAID TT em Castelo de Paiva

 

Na manhã fria de 17 de Novembro realizou-se o Raid TT em Castelo de Paiva.

A adesão a este evento foi positiva, só faltou a chuva nos dias anteriores para evitar o levantamento de pó. 

Iniciaram-se as “provas” com o pequeno-almoço no café “Orlando” com vários petiscos, e umas saborosas bifanas.

Voltando à pista, tudo correu normalmente com espírito competitivo mas saudável.

Para promover a segurança de todos os participantes estava presente o comando dos bombeiros chefiado pelo adjunto Henrique, a quem o nosso repórter pediu uma boleia e se fez acompanhar.

Já cansados e a precisar de carregar as “baterias”, chegou a hora do almoço.

Este teve lugar no Monte de São Domingos, com paisagens lindas que caracterizam esta região. (não sei o que é que o repórter andava a fazer…….não há fotos)

 

Carne grelhada, sopinha de legumes e bebidas à descrição.

Depois de saboreado o almoço, há que o desgastar, os participantes voltam à pista e ofereceram-nos mais uma tarde agradável.

Este dia desportivo teve o seu final com um excelente jantar no Hotel Rural – Casa de S. Pedro (Já que iam a casa de S. Pedro podiam ter pedido chuva, não levantavam tanta poeira). 

Foi um excelente “Jantar Tradicional”, um verdadeiro manjar dos “Deuses”.

E para finalizar, mas sem por fim a este evento (para o ano há mais), procedeu-se à entrega de lembranças a todos os participantes, que sem eles não seria possível proporcionar a todos os presentes, não menos importantes, um dia tão agradável.

Texto

Célia Alves “Sorriso”

Fotos

Nelson Jaky C. Lima

Moto turismo a norte com motos Trail

Moto turismo a norte com motos Trail.
21 Motos turistas fizeram á estrada até Viana para aproveitar o excelente dia de domingo.  Gostávamos de dizer que também respeitamos a Natureza. Mas que Natureza?
Esta já quase não existe. Os vários incêndios carbonizaram repetidamente a vegetação autóctone a assistimos à decadência total da serrania, com uma infestação geral de acácias.
Em todo o percurso contaram-se os carvalhos pelas mãos, viu-se um castanheiro e meia dúzia de sobreiros. Mais nada! Até um mísero tojo arnal ou urze já é motivo de festa lá no alto.
Valem as vistas ou para o vale de Outeiro a leste, ou para o mar, do lado·contrário ainda nem tinha "aquecido" e uma calçada romana se nos deparava a seguir à carreira de tiro arruinada.
Alguns condutores preferiram seguir pela opção fácil, metendo-se quase toda a caravana pela irregularidade da calçada. E todos passaram. Aliás passou-se em todo o lado, com mais pisca arranhado, menos gramas de
pintura na carenagem. O dia estava fabuloso, solarengo e sem pó graças às chuvas caídas durante a
semana. As subidas e descidas iam-se vencendo, com pisos bons e outros nem por isso. Regueiras profundas cascalhem iras e pedras muito salientes e soltas, foram testando os dotes de condução da malta.
Passaram todos no teste. Seis motos tiveram um pouco de sono pelo caminho, deitando-se teimosamente,
mas rapidamente acordadas pelos donos. Uma precisava de café. Insistiu na sonolência três vezes. O grupo ia parando várias vezes, agrupando e trocando impressões animadas. Para ajudar, a surpresa que nos esperava na Sra. da Cabeça, local de romaria no meio da serra e onde um valente aperitivo enganou a fome a todos.
Chegamos então à cereja no topo do bolo: a travessia a vau do Âncora, perto de Ponte de Saim. No local mais bonito do passeio, ainda com alguma vegetação “ripícola” - amieiros, salgueiros e outras autóctones que emprestam um ar acolhedor às margens - uma a uma, todas as motos passaram para o lado norte. Com uns 30 a 40 cm de profundidade, a travessia não apresentava dificuldades de maior, apesar do fundo em pedra rolada. Houve até quem passasse mais que uma vez para a foto, graças à confiança no goretex das botas.
Assim depressa chegou a hora do lanche - almoçara do que fez-se em esplanada panorâmica do lugar de Espantar, ao lado de S. Lourenço da Montaria. Um sítio bonito!
Moelas, rojões, queijo e presunto constituíram o petisco. Mas o que marcou mesmo foi o champarreão!
Bebida típica do Minho vianense onde se mistura o vinho com cerveja, açúcar, canela e sabe-se lá que mais, escorregou nas goelas com muita facilidade. Os "navios", púcaras em que vem para a mesa, foram esvaziados com celeridade. Grande lanche. Grande passeio, que terminou com outro regresso sem história, claro.
O divertimento foi no monte, e aí não faltou.
Texto
 Zébar